e-escola

Evolução histórica da cosmologia Básico

Publicado em 17/12/2009 

A Constante Cosmológica é fluida

Do ponto de vista matemático, a inclusão deste termo é perfeitamente plausível. Tal como Einstein, não o introduzimos antes por simplicidade: inicialmente, o genial criador da Relatividade Geral não encontrou nenhuma utilidade para a Constante Cosmológica. No entanto, a sua tentativa de formular um modelo cosmológico estático fê-lo reconsiderar: se for positiva (Λ > 0), esta constante equivale à presença de uma força repulsiva universal e homogénea! Podemos interpretá-la como sendo equivalente a um fluido perfeito, com uma densidade positiva, dada por ρΛ = Λ/8πG, e uma pressão negativa, dada por pΛ = ρΛ c2; é esta pressão negativa que, segundo Einstein, deveria contrariar a atracção entre a matéria normal.

Para que este delicado equilíbrio seja encontrado, é necessário que a pressão atractiva p, devido à matéria normal, anule a pressão repulsiva pΛ imposta pela Constante Cosmológica.

Tal sucede se Λ = ΛE, sendo ΛE = 8πGρ/c2 a chamada Constante Cosmológica de Einstein.

Constante Cosmológica de Einstein

Um Universo com esta característica comportar-se-ia como se não possuísse matéria ou energia alguma, e permaneceria estático e imutável ao longo dos tempos.

Autor e Créditos

Autor:

 

Tópicos Relacionados

 

Referências Bibliográficas

  • [1] Greene B., O Universo elegante, Gradiva Publicações, 2000.
  • [2] Pais A., Subtil é o Senhor - Vida e pensamento de Albert Einstein, Gradiva Publicações, 1999.
  • [3] Sagan C., Cosmos, Gradiva Publicações, 2001.
 

Para comentar tem de estar registado no portal.

Esqueceu-se da password?

© 2008-2009, Instituto Superior Técnico. Todos os direitos reservados.
  • Feder
  • POS_conhecimento